A Arkhos AI cria agentes e automações sob medida que trabalham no WhatsApp, no estoque e na operação do seu negócio — sem você precisar estar online o tempo todo. Nada de tema pronto: sistemas construídos de verdade, um a um.
Automações que ficam rodando na sua operação: atendem, produzem e organizam sozinhas, e a gente acompanha para elas só melhorarem com o tempo.
Um agente que responde, qualifica o cliente, consulta estoque e preço em tempo real e fecha o pedido sozinho — 24 horas por dia, sem perder ninguém fora do horário.
Produção automática de vídeos e posts: roteiro, narração com voz realista, imagens e publicação. Sua marca presente todo dia, sem depender de inspiração.
Painéis e relatórios que se atualizam sozinhos e chegam prontos no seu WhatsApp ou e-mail. Você decide olhando dados, não no escuro.
Sou o Guilherme, fundador da Arkhos AI, de Uberlândia. Comecei resolvendo um problema real: uma distribuidora que perdia venda porque ninguém dava conta de responder o WhatsApp de madrugada.
Desse problema nasceu o MariAssist — e é assim que trabalho até hoje: um gargalo de verdade por vez, sistema construído do zero, medido no uso real e não no slide.
A gente conversa, mapeia o gargalo do seu negócio e define o que a IA vai resolver primeiro.
A Arkhos monta o sistema sob medida, integrado às ferramentas que você já usa.
Você vê funcionando, a gente afina com base no uso real e o sistema fica seu.
Vou mostrar bastidores, casos reais e o que dá — e o que não dá — pra automatizar num negócio de verdade.
As dúvidas que aparecem em toda primeira conversa — respondidas sem enrolação.
Um chatbot funciona por regra: tem um roteiro e espera o cliente seguir. Quando o cliente sai do roteiro — e ele sempre sai — o chatbot trava e devolve aquele "não entendi, digite 1". Um agente de IA entende o que a pessoa escreveu do jeito dela, consulta sistemas de verdade (estoque, preço, pedido) e resolve a conversa. A diferença aparece na quantidade de atendimentos que terminam sozinhos, sem precisar chamar alguém.
Sim — e é exatamente isso que separa um agente de um chatbot. Na Distribuidora Marianna, o agente lê o catálogo e o banco de dados em tempo real: o preço que ele passa é o preço que está no sistema, não um valor decorado. Se o seu preço muda, a resposta muda junto, sem ninguém precisar reprogramar nada.
Depende do que precisa ser integrado — não existe preço de tabela porque não existe negócio igual. O que existe é diagnóstico gratuito: em cerca de 30 minutos a gente mapeia o gargalo do seu atendimento e você recebe o escopo com o valor antes de decidir qualquer coisa. Sem compromisso.
A primeira versão em produção sai em semanas, não em meses — porque a gente começa por um gargalo só, em vez de tentar automatizar a empresa inteira de uma vez. A partir daí o sistema é ajustado com base no uso real, com cliente de verdade conversando com ele.
Não. O agente trabalha no número que os seus clientes já conhecem. Ninguém precisa salvar contato novo nem ser avisado de nada — do lado de fora, a conversa continua igual, só que respondida na hora.
Ela passa pra um humano. Todo sistema da Arkhos tem regra de transbordo: pedido grande, situação fora do padrão ou pergunta que ela não resolve vão direto pro dono, com o histórico da conversa junto. O agente não inventa resposta pra parecer inteligente — isso é o que mais destrói a confiança do cliente.
O gargalo é mais parecido do que as empresas imaginam: cliente entrando pelo WhatsApp e ninguém dando conta de responder a tempo. Isso acontece igual em distribuidora, comércio, prestador de serviço, indústria regional e atacadista. O primeiro caso da Arkhos foi uma distribuidora de bebidas em Uberlândia.
Em Uberlândia, Minas Gerais. Os sistemas são construídos e acompanhados remotamente, então dá pra atender negócio de qualquer cidade — mas cliente de Uberlândia e região tem conversa presencial quando faz sentido.
Me conta qual é. Em uma conversa rápida eu te digo se dá pra automatizar — e como.
Me chamar no Direct →